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Novo diretor do Central, Cacáudio quer ampliar acesso ao teatro

Créditos: Débora Mattos

Publicado em 24 de julho de 2017

Na direção do Cine-Theatro Central desde junho, o professor e músico Luiz Cláudio Ribeiro, mais conhecido como Cacáudio, tem planos de democratizar a ocupação e o acesso ao teatro. “Gostaria de abrir mais o Central para a população de Juiz de Fora, pessoas que talvez não tenham a oportunidade de vir aqui nos eventos que normalmente acontecem”. O professor também pretende inovar nos tipos de eventos realizados no Cine-Theatro, ocupando-o de “formas não convencionais”. Para isso, ele se mantém aberto a sugestões: “A gente troca ideia com alguns amigos, e tem sempre gente com ideias interessantes de como ocupar o teatro.”

Cacáudio trabalha há quase 30 anos na universidade e atualmente dá aula de estatística na Faculdade de Serviço Social, mas seus interesses são muito mais amplos. Ele, que durante a infância e adolescência em Santos Dumont tinha grande interesse por música, esportes e ciências exatas, teve dúvidas ao escolher sua faculdade e acabou optando por engenharia, mas não deixou de praticar esportes e estudar música. ler mais

Festival produz a ópera Il Ballo delle Ingrate, de Monteverdi, um expoente dos primórdios do gênero na Europa

Publicado em 18 de julho de 2017

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Profissionais brasileiros e estrangeiros se uniram para realizar em Juiz de Fora, com exclusividade para o 28º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, a montagem da ópera Il Ballo delle Ingrate [O Baile das Ingratas], de Claudio Monteverdi, que encerrará essa edição do evento no dia 30 de julho, no Cine-Theatro Central. A montagem é uma homenagem, no 450º ano de seu nascimento, ao compositor italiano que é considerado um dos expoentes da música seiscentista e autor de algumas das mais emblemáticas páginas dos primórdios da música dramática.

Cenografia fantástica, figurinos belíssimos, música inspirada, números de dança e um texto que, “apesar dos seus quatro séculos, permanece atual” é o que o público juiz-forano pode esperar da produção, revela a diretora artística Rosana Orsini, jovem soprano brasileira que se apaixonou pela estética do século XVII durante o mestrado em música antiga, em Nápoles, depois de conhecer a obra de Monteverdi e seus contemporâneos. “Hoje em dia, Monteverdi é, sem dúvida, um dos meus compositores preferidos”, diz ela, que também estará no palco do Central, no papel de Vênus. Entre os cantores solistas, o espetáculo contará ainda com a bela mezzo-soprano espanhola Nerea Berraondo e o baixo-barítono Pedro Ometto, de São Paulo. ler mais

David Castelo realiza concerto de Flautas Doces com participação do cravista Robson Bessa

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Publicado em 18 de julho de 2017

O professor e flautista David Castelo apresenta-se no dia 29 de julho, às 20h, no Cine-Theatro Central, com o Concerto de Flautas Doces, integrante da programação artística do 28º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. No repertório, obras de Telemann, Scarlatti, e Bach.

Para essa apresentação, o músico – que também ministra a oficina de Flauta Doce do Festival – contará com a participação especial do cravista Robson Bessa. O Festival é uma realização da Pró-reitoria de Cultura e do Centro Cultural Pró-Música da UFJF.

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Espetáculo de marionetes, O Organista passeia por cenários e personagens históricos de Minas

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Publicado em 18 de julho de 2017

Aleijadinho, Dona Beja, Xica da Silva e Alphonsus de Guimaraens se encontram no palco do Cine-Theatro Central, transformado assim em caminhos históricos da Minas barroca – cenário de O Organista, espetáculo do Teatro Navegante de Marionetes que integra a programação do 28º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. A apresentação acontece no dia 28 e é um diferencial dessa edição na história do Festival. Destinado a públicos de todas as idades, O Organista conta com 12 marionetes em cena.

De acordo com o ator, diretor e marionetista Catin Nardi – que já produziu para a abertura da novela As Filhas da Mãe e para a minissérie Hoje é Dia de Maria – o espetáculo foi idealizado com o objetivo de ser didático, humorístico, de fácil entendimento e fundamentalmente teatral. O roteiro fala de tradição, através da história de uma família e seu amor pela música, passado de geração em geração, que a leva a uma jornada em busca de uma peça do órgão musical da Igreja da Sé de Mariana, supostamente perdida nos caminhos da Estrada Real. “Desta busca depende a inauguração do instrumento e a manutenção de uma tradição”, revela Nardi, argentino radicado no Brasil desde 1990. ler mais

Ars Nova destaca repertório coral brasileiro em concerto no Festival

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Publicado em 18 de julho de 2017

Referência em canto coral no Brasil, o Ars Nova – Coral da UFMG, atração do dia 27 de julho no 28º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, apresenta em Juiz de Fora parte do novo repertório a que o grupo está se dedicando este ano. O foco são compositores dos séculos XX e XXI, com ênfase no repertório coral brasileiro e na combinação de obras para violão e coral. O programa do concerto na cidade inclui composições de José Maurício Nunes Garcia, numa homenagem aos seus 250 anos de nascimento.

Dividido em três partes, o programa terá início com obras sacras como o moteto Ave Maria do austríaco Franz Biebl (1906-2001) e Ave Maris Stela, do norueguês Trond Kverno (1945). Na segunda parte estão obras corais brasileiras, como Judas Mercattor Pessimus, de José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), Duas Lendas Ameríndias em Nheengatu, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – nos seus 130 anos de nascimento –, Ponto de Oxum e Yemanjá, de Carlos Alberto Pinto da Fonseca (1933-2006), que regeu o Ars Nova por mais de 40 anos e deu ao grupo um reconhecimento internacional, e Sabiá Coração de uma Viola, de Aylton Escobar (1943).

Na terceira e última parte do programa, o Ars Nova convida o violonista mineiro Celso Faria para juntos interpretarem Romancero Gitano, opus 52, de Mario Castelnuevo-Tedesco (1895-1968), um concerto para violão e coro em forma de suíte, em sete movimentos com poemas de Federico Garcia Lorca. ler mais

Tradicional Quinteto Villa-Lobos é atração do Festival dia 26 no Central

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Publicado em 18 de julho de 2017

Com uma tradição de 55 anos de atuação ininterrupta, o Quinteto Villa-Lobos se apresenta na quarta-feira, dia 26, no Cine-Theatro Central, como parte da programação do 28º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, realizado pela Pró-reitoria de Cultura da UFJF.

Fundado em 1962, o grupo esmera-se na divulgação da música de câmara brasileira, ao mesmo tempo em que amplia seu repertório por vários gêneros, conferindo competência e popularidade às suas apresentações em espaços públicos e em escolas da rede de ensino.
Atualmente o quinteto é formado por Rubem Schuenck (flauta), Luis Carlos Justi (oboé), Paulo Sergio Santos (clarineta), Philip Doyle (trompa) e Aloysio Fagerlande (fagote).

Para a apresentação no Festival, o grupo escolheu um programa que pretende cotejar a criação musical erudita brasileira do começo do século XX de dois dos maiores compositores brasileiros ligados à filosofia de Mario de Andrade e da Semana de Arte Moderna, ocorrida em 1922 em São Paulo: Heitor Villa-Lobos e Mozart Camargo Guarnieri. Além deles, o programa apresenta também uma obra do compositor juiz-forano Edmundo Villani-Cortes. ler mais

Conjunto Atempo abre 28º Festival com repertório medieval e combinação inédita no Brasil de instrumentos de época

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Publicado em 18 de julho de 2017

A sonoridade medieval vai ecoar pelo Cine-Theatro Central e transportar o público para paisagens europeias e tempos distantes durante a abertura do 28º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, no próximo dia 23 de julho. No palco, o conjunto Atempo, especializado em repertório medieval, vai apresentar o programa Cantilena Instrumental, com peças originalmente instrumentais e vocais de Espanha, França e Itália de fins do século XII ao século XV.

O programa foi pensado a partir de uma constatação de um músico e teórico do século XIII, Jean de Grouchy, para quem toda melodia de canto ou cantilena, portanto uma peça vocal, era passível de ser tocada na viela de arco e, consequentemente, em vários instrumentos da época. Assim, o grupo elegeu obras de compositores importantes do fim da Idade Média, como Machaut e Landini, cujas músicas ganharam versões instrumentais no fim da Idade Média. A apresentação terá ainda peças a três vozes que foram baseadas em uma composição instrumental ou ainda uma dança arranjada instrumentalmente pelo grupo.

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“Esse programa foi um incentivo para criarmos nossos próprios contrapontos quando julgamos conveniente. Assim, adicionamos vozes em algumas músicas, de acordo com o estilo de cada período da Idade Média, ou ainda transcrevemos outras músicas a partir do fac-símile”, informa Pedro Novaes, diretor e instrumentista do Atempo, que revela ainda uma novidade que o público do Festival vai poder conferir com exclusividade: a combinação de dois órgãos de tubos portáteis medievais (conhecidos como órgãos portativos) – um soprano e o outro tenor. Segundo ele, a união desses instrumentos com o clavicymbalum medieval resulta em uma combinação inédita no Brasil.

clavicymbalum é o precursor direto do cravo e, segundo Pedro Novaes, está sendo redescoberto pelos conjuntos de música medieval e pelos construtores de instrumentos de época. “O exemplar que vamos tocar, cedido para essa apresentação, é o primeiro feito no Brasil a partir de uma planta datada do século XV. Esta foi uma iniciativa de Dom Félix Ferrà, que também participa do programa. Coube a César Guidini, construtor de cravos de Americana (SP), levar a cabo o projeto de construção do instrumento.”

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Bibi retorna ao Central e encanta com sua voz e bom humor

Publicado em 18 de julho de 2017

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O mestre de cerimônias anuncia o homenageado da noite, Frank Sinatra, e logo depois entra no palco a presença mais esperada: Bibi Ferreira de volta ao Cine-Theatro Central, 16 anos depois. O espetáculo, apresentado no último sábado, 15 de julho, funcionou tão bem graças à união do repertório de um dos mais consagrados artistas do jazz, que ficou conhecido por sua voz, carisma e arranjos musicais, com Bibi Ferreira, maior diva do teatro musical brasileiro e umas das mais belas vozes do país.

Em sua quarta passagem pelo Central, depois de sua apresentação do repertório Piaf em 1985, e do repertório Amália Rodrigues em 2001 – e ainda da montagem de Senhora, em 1954 –, Bibi mostra que, apesar dos 95 anos, não tem planos de se aposentar e comenta: “Eu acho que trabalhar no teatro, essa comunicação direta com a plateia é maravilhosa. Pra mim não tem nada melhor no mundo”, disse, logo após sua apresentação. E são justamente suas intervenções, comentários e interações com a plateia o que mais encanta, além de sua voz, durante o show. É nítido o prazer que ela tem em estar ali. ler mais

Ana Rosa estrela o espetáculo Violetas na Janela, dia 22, no Central

Publicado em 12 de julho de 2017

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Em cartaz há mais de 20 anos, o espetáculo Violetas na Janela terá única apresentação no Cine-Theatro Central no dia 22 de julho, sábado, às 21h. A atriz Ana Rosa, que viveu Zuzu na última trama das 21h da Rede Globo, A Lei do Amor, interpreta a jovem Patrícia, uma garota que desencarna aos 19 anos e acorda em uma Colônia Espiritual.

Violetas na Janela é uma adaptação do livro homônimo de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, que trata sobre a vida após a morte. Vertida para o teatro por Ana Rosa e dirigida pela própria atriz, a peça envolve questões religiosas, espirituais e místicas. “ […] no nosso Universo infinito também existem outros lugares mais e menos felizes. Para qual deles nós iremos após a morte do corpo só depende de nós mesmos, do que e de como estamos fazendo aqui e agora.”, afirma a atriz, ao comentar o tema do espetáculo. ler mais

Nota – Funcionamento do Central e abertura de editais de ocupação

Publicado em 11 de julho de 2017

Em outubro de 2016, o Corpo de Bombeiros apontou uma série de modificações para adaptação do espaço interno do Cine-Theatro Central para mais segurança do público. Em março deste ano, o teatro assinou um Termo de Ajuste de Conduta com o Ministério Público e com o 4º Batalhão de Bombeiros Militar de Juiz de Fora, segundo o qual o teatro poderia continuar funcionando parcialmente, pelo prazo de seis meses – com acesso do público somente ao piso térreo (plateias A e B) –, enquanto as alterações necessárias fossem providenciadas.

Esse acordo é o motivo pelo qual os editais de ocupação do teatro disponibilizaram datas apenas até o mês de outubro de 2017. A direção do Central já está trabalhando nas devidas mudanças, enquanto busca um novo acordo para que o espaço possa continuar a ser utilizado após outubro. Para a ocupação dessas novas datas, os editais devem ser reabertos assim que houver confirmação da normalização do funcionamento do Central.